(um texto perdido)
Ela não sabia o que escolher, se o Bombom ou a bala de menta. Ficou a dúvida no ar se um era melhor que o outro, mas a verdade que é tudo uma questão de gosto. Na dúvida interminável, ela decidiu morder um pedaço do bombom e com muito dó resistiu, mas acabou comendo-o todo, mas não teve coragem de pedir mais. Ela não tinha certeza se podia e se queria mais por ser algo diferente do costume, assim como eu quando criança tinha vergonha de pedir Coca-cola para meu pai. Então, ela foi a procura de balas de menta e saciar sua vontade quase juvenil por um sabor simples mas tradicional. O que ela não sabia é que aquele que tinha os Bombons estava feliz por ver seus olhos brilharem por algo que ela jamais pensou que iria experimentar, e que fazia gosto por ela ainda ter desejo por outras coisas e experimentá-las. Como ele também uma vez já gostara de balas de menta, aguardava ansioso pra saber dela como tinha sido sua impressão perante tantas opções. Afinal, ele sabia desde da época de menino, que as vezes experimentar uma Coca-Cola não era apenas sinônimo de felicidade para o coração.
domingo, 27 de dezembro de 2009
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Toda a liberdade que sonhamos para nossa vida está em abraçar o desconhecido que vem ao nosso encontro.
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